terça-feira, 19 de julho de 2016
Era uma vez... Era uma vez uma garota que era apaixonada por “Circo” aquele mundo a deixava fascinada, ela era apaixonada Pelos “Palhaços” trapezistas “Dançarinas” e por tudo o que fazia parte do “Circo” se tinha circo numa cidade, lá ela estava, pois sabia que ouviria: “Hoje tem palhaçada? Tem sim senhor! Hoje tem marmelada? Tem sim senhor! E o palhaço, o que é?” Hum! Essa pergunta é que não se faz! Mas vamos a diante com nossa história, certo dia ela foi ao Circo, e quis saber o que acontecia do outro lado das cortinas e todo aquele encanto entrou nos olhos e foi parar no coração...Estudante de psicologia foi embora para a Capital, mas o circo não saia dos seus pensamentos, aí ela já tinha feito amizade com meio mundo Circense e por ter amizade com algumas dançarinas participou de algumas apresentações, certo dia em regresso para a sua cidade uma amiga do circo ligou para ela e falou:Amiga, o circo que chegou em sua cidade é de parentes meus, vá assistir ao espetáculo e depois abrace a todos por mim e isso mesmo a garota fez. Assistiu todo o espetáculo com brilho nos olhos e completamente apaixonada por aquele universo, ao finalizar o espetáculo ela foi se apresentar e o seu coração foi flechado pelo palhaço “Sucata” a partir daquele dia ela colocou uma coisa na cabeça, “se eu continuar estudando eu vou entender da mente e o que se passa no coração de muita gente, mas e o que se passa no meu coração, quem entenderá?O inevitável aconteceu, A garota apaixonada por Circo, agora apaixonada pelo palhaço Sucata abandonou estudos e seguiu o seu coração, tornou-se Bailarina de Circo para acompanhar o seu amor, e hoje, depois de algum tempo eles esperam ansiosamente a chegada de João Henri! Fim...Só desse capítulo!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Centenário do Castroalvense Aurino Teixeira

Desta vez, porém, a alegria se reveste de um significado muito especial, porquanto neste 04 de junho de 2011, querido e ilustre castroalvense Aurino de Azevedo Teixeira alcança este marco memorável, ao completar 100 anos de existência, dedicada, em grande parte, à cidade de Castro Alves, "terra do berço da minha infância, da minha mocidade e da minha velhice", conforme suas próprias palavras no início de seu interessante livro Informações Históricas sobre a Cidade de Castro Alves, publicado em 1990. Segundo o escritor Antônio Loureiro de Souza, que honrou a Academia de Letras da Bahia, nascido na heróica Cachoeira, porém cidadão castroalvense, esse livro representa "um hino de louvor à terra onde nasceu, que ele ama e a qual tem servido com desenganado amor". Nasceu, portanto, Aurino Teixeira na cidade de Castro Alves, interior da Bahia, no dia 04 de junho de 1911, há exatamente, 100 anos. Finalmente dileto castroalvense, receba as homenagens e as saudações de teus conterrâneos e de todos os teus amigos, agradecidos a Deus pela tua merecida longevidade e com os ardentes votos para que possas permanecer ainda um longo tempo no aconchego de teu aprazível sítio denominado "Cerquinha", nos arredores bucólicos da nossa encantadora cidade. Enviada por: Newton Quadros Cairo e Luciano Bernardo.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Lançamento do Livro "Entre o Sonho e a Realidade " 23 de Outubro 2010

Até onde seus sonhos podem te levar?
Será que seu sonho é capaz de apontar o seu destino?
Nesse sonho, Ângelo mergulha de cabeça, acreditando que Ana seria sua alma gêmea. Ana por sua vez colocou-se a favor da razão resistindo a esse sentimento.
A realidade se fez presente nesse sonho a todo o momento, através do poder Elliot tentou dominar a todos, mas enfim o bem venceu!
Venha Viver "Entre o Sonho e a a Realidade"
Data: 23/10/2010
Local: FACE - Faculdade de Ciências Educacionais
Horário: 19:30Hs
Valor: R$:10,00
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Virtual Books Editora Entrevista
A Virtual Books Editora tem a honra de entrevistar o novo escritor Vanderlei Nunes Rodrigues.
Vanderlei mora na cidade de Castro Alves, é ator amador, diretor e autor de 15 peças teatrais e agora se lança no mercado como escritor de um belíssimo Romance “Entre o Sonho e a Realidade”
VB- Vanderlei, porque “Entre o Sonho e a Realidade”
VN- Na verdade comecei a escrever o livro já com o título, e acho que isso acabou me dando base para a história. E porque na verdade sempre vivemos entre o sonho e a realidade (risos)
VB- Esse livro tem uma história de amor muito bonita, mas também fala do amor pela família, de amizades que criamos da noite para o dia e de amizades de longas datas, o que isso tem a ver com você?
VN- Tudo. Na verdade esse livro é uma extensão da minha pessoa, pois sou muito romântico, apaixonado pela vida, tenho amizades que já duram mais de 20 anos com pessoas que procuro manter sempre contato e outras que surgem da noite para o dia e parecem ter uma eternidade.
VB- Qual mensagem você deseja passar através desse livro?
VN- Uma mensagem de fé, otimismo, respeito ao próximo e a certeza de que quando existe amor tudo se torna mais fácil.
VB- Existem personagens no livro que existem na vida real?
VN- Sim. O Ângelo é um personagem real e a Dolores também.
VB- O livro segue uma temática espírita, você acredita no espiritismo?
VN- Tanto acredito que sou espírita, procurei não me aprofundar muito no espiritismo para não parecer apelação, mais todos que lerem vão sentir a leveza que é ser espírita.
VB- Gostaria de pedir que você escolhesse do livro uma passagem ou uma parte que mais te emocionou ou te surpreendeu?
VN- (risos) Rapaz, você agora me pegou... Acho que todo ele é surpreendente, o momento em que os filhos Ana e Jacob lêem a carta deixada por D. Rute é um momento muito emocionante, quase nem acreditei que fui eu quem escreveu, ah! Prefiro que os leitores digam pois eu acho o livro todo lindo!
VB- Quando você começou a escrever esse livro?
VN- Em maio de 2007, nossa! Que viagem foi muita loucura até chegar aqui
VB- Vanderlei, obrigado por ter realizado esse trabalho conosco, esperamos que você faça um enorme sucesso e que não pare por aí.
VN- Eu também gostaria de agradecer a todos vocês da Virtual Books pela paciência com esse marinheiro de primeira viagem. Agradecer a todos os meus amigos e familiares e em especial aos meus patrocinadores. Ah! Espero que os leitores viagem nessa linda história de amor!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Aviso aos Tripulantes!!
Atenção senhores passageiros da Companhia da Leitura com destino a “Entre o Sonho e a Realidade”, com escalas em diversos capítulos, apertem seus cintos e preparem-se para o vôo mais emocionante de suas vidas, com direito a uma bela história de amor, vingança e fortes relações familiares, com direito também a muita informação. Informamos que a duração estipulada deste vôo é de no mínimo o tempo em que seu coração desejar, e aviso de antemão que fortes turbulências estão por vir. Agradeço sua preferência em voar comigo. Sintam-se a vontade!
III Capitulo

III CAPITULO
Se revirando, de um lado para outro, na cama, Ana quase não conseguiu dormir a noite inteira. Levantou-se assim que viu brilhar os primeiros raios de sol e lembrou-se da conversa que teve com Jacob na noite anterior, logo depois que Ângelo a deixou em casa. Ainda com o corpo molhado, Ana recebeu seu irmão em seu quarto, e ele revela que viu e ouviu tudo o que ela e Ângelo conversaram e deixou claro para ela que não queria que ela se sacrificasse nem por ele e nem pelo seu pai, que se fosse necessário, venderiam a casa onde moravam que era muito grande, e comprariam uma menor. Com o salário que ele recebia trabalhando no banco ajudaria nas despesas da casa. Ana, porém, não aceitou, ela sabia que a casa já não valia tanto quanto o irmão imaginava e falou para ele que não estava sendo obrigada a casar com Elliot. Estava com ele porque o amava de verdade, e Jacob mais tranqüilo despediu-se da irmã e foi dormir. Depois dessa conversa Ana ficou bastante confusa, e sem entender porque não contou toda a verdade para seu irmão, porque ela não falou que por várias vezes tentou acabar com seu noivado com Elliot, e ele a ameaçava dizendo que se ela rompesse com ele, ele iria leiloar a casa onde eles moravam e ainda cobrar em justiça todos os débitos que seu pai contraíra?
Ana sempre teve tudo o que desejou; primeira filha de um casamento feliz entre senhor Mário, um banqueiro bem sucedido, e de D. Rute que herdara uma verdadeira fortuna dos seus pais. Casara-se por amor e foram felizes por muitos anos, mas D. Rute contraiu uma doença incurável e sofria muito. Mário, que sempre foi um marido exemplar, passou a beber para não ver todo o sofrimento de sua mulher e gastou boa parte do dinheiro com médicos, clínicas especializadas, remédios, mas de nada adiantou. D.Rute não resistiu e morreu. Inconsolável, Mário passou a jogar tudo o que possuía e acabou ficando apenas com a casa em que moravam e com muitos débitos. Jacob o filho mais novo do casal, que sempre acompanhou o pai ao banco, acabou aprendendo o ofício e ocupando o lugar do seu pai, só que recebendo muito pouco para manter uma família, pois a parte que seu pai possuía no banco também fora perdida. Ana envolta em pensamentos, não conseguia apagar a imagem de Ângelo da sua memória, algo de muito forte existia entre eles, mas ela não sabia do que se tratava, naquela manhã ela estava decidida a resolver tudo o que lhe atormentava. Ela teria uma conversa definitiva com Elliot...
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
"Entre o Sonho e a Realidade" Meu Livro
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Feliz 2010

Mesmo quando não se sabe contemplar
A simplicidade das coisas, espera-se
A cada ano
A cada nascer do dia
A brisa da manhã,
O canto das aves,
O nascer do sol, a chuva,
A noite, a lua, as estrelas,
O vento, o sonho, o amor, a graça,
O continuar da vida
E porquê então esperar?
Porque a vida é esperança
E viver é a única forma de contemplar o tempo
E desfrutar todos os prazeres dela
Então a beira dos dias que fazem o presente
Um novo ano se aproxima para renovar vidas e sonhos
Que seja então este o ano
Que as vidas se renovem
Que os sonhos se realizem
Que a paz viva nos corações
Que o mundo seja único
Que se manifesta em nós o dom de acção de graça
Que reina o amor nas famílias
Que brindemos todos o único motivo
A vida
Feliz Natal

Senhor, estamos aqui reunidos nesta noite para nos confraternizarmos. Obrigada pela oportunidade de estarmos aqui, unidos pelos laços do amor e da amizade. Obrigada pela mesa farta, pela roupa que estamos vestindo, pelas graças alcançadas neste ano, pelos sonhos que ainda vão se concretizar. Senhor, derrama suas bençãos na minha família, e desfaz qualquer nó de inimizade e doença que possa haver entre nós e entre qualquer pessoa. Não nos deixe faltar nada e nos abençoe finaceiramente. Nos fortalece para que possamos lutar pelos nossos objetivos, e que nessa busca, nós não tropecemos, e se tropeçarmos, segura nossa mão Senhor. Também não deixe que ceguemos, e não vejamos que estamos passando por cima de alguém. Nos faça humildes para que compreendamos nossos limites e nos ensina a perdoar. Livra nossa vida das doenças, das drogas, da violência e de todo o mal. Fortaleça os laços de amor e amizade que há entre nós. Nos dê discernimento para sabermos que caminho seguir. E não deixe que nos afastemos mais de ti. Toca o nosso coração para que nunca mais deixemos de orar e agradecer, pois muito já te pedimos. Nos perdoe por todas as vezes que erramos contra ti e contra o nosso próximo. Queremos que seja nosso amigo íntimo, Jesus. Nos faça novas criaturas a partir de agora, e que o Espírito Santo faça morada em nosso coração para nos orientar 24 horas por dia. Amém!"
sábado, 28 de novembro de 2009
Cia. Teatral Skandalu´s
A Cia. Teatral rala há muito tempo, levamos algum tempo parados mas agora voltamos com uma nova formação, com força total e fazendo a releitura de uma peça que em 1999 foi um grande Sucesso:...E o Mundo não se Acabou! Vou postar algumas fotos dos nossos ensaios para vc´s conferirem e sentir um pouco o que será essa peça.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Mergulho Cultural : Nossas Micaretas
A partir desse momento, convido vocês leitores a fazer uma viagem no tempo, nessa viagem vamos encontrar motivos de sobra para nos emocionar, teremos como companheira número 1 a alegria, que atende pelo nome de folia , e para ser mais preciso, prefiro chamá-la de Micareta, uma festa popular onde não existe distinção de raça ou de cor, nesta festa tudo acontece como realmente dever ser; com igualdade.
Micareta é o nome dado ao carnaval fora de época e é derivado de uma festa francesa
“Mi-carême” (Festa popular do sábado de Aleluia) e Careta (Nome dos foliões que usam máscaras).
Muitos não sabem, mas que se façam saber a partir desse momento que a nossa querida Castro Alves também já teve carnaval, a alegria tomava conta de toda a cidade, eram caras e bocas, irreverências por toda parte, carros alegóricos e bailes de máscaras nos clubes.
Como em tudo que fazemos é necessário que haja um pouco de disputa para esquentar, não seria na micareta que ela ficaria de fora. Os cordões que animavam a cidade eram os de Alcides (Mestre Sopa), Américo Bidulino, Carlos Jambeira e Sinhorzinho, não nos convêm citar qual dos cordões venceu mais vezes ou qual era o mais animado, o importante era que a alegria reinava.
A folia acontecia mesmo antes da micareta, pois alguns cordões necessitavam de ajuda financeira, e com muita criatividade um dos integrantes dos cordões, vestia-se com uma roupa toda coberta em sambam baia, a essa pessoa era dado o nome de “Frederico”, ele saia pelas ruas da cidade com uma cuia na mão, acompanhado pelos integrantes dos cordões e pela charanga que cantavam mais ou menos assim” Frederico ta na rua sem querer brincar, dá dinheiro a Frederico que ele brinca já”. Outro acontecimento que deixava toda a Castro Alves em alvoroço era o baile para a escolha da Rainha e das Princesas da micareta e não podemos deixar de lembrar as batalhas de confetes e do bloco das Caretas, que sempre saiam durante a madrugada. Quem nunca se assustou com um amigo, um tio ou tia ou até mesmo com seus pais vestidos de careta?
Mas com o passar dos tempos, as coisas tendem a evoluir, o que era cordões, puxados por instrumentos de sopro, bumbo e caixas, passou a chamar-se Bloco, que hoje é puxado pelo trio elétrico, que conduz o bloco por todo o circuito da folia envolvidos com cordas, para evitar a entrada de pessoas que não fazem parte do bloco. Grande mudança ocorreu também com as mortalhas, que mais pareciam vestidos longos e hoje com a evolução, chama-se abada; um camisão, junto com boné, short e a mamãe sacode, esse é o kit fantasia, que serve como ingresso para o bloco. Existem os que ainda preferem se fantasiar e os que preferem ser pipoca; pipoca são aqueles foliões que pulam fora da corda, quanto mais a festa esquenta, mais a pipoca pula.
Com as Micaretas realizadas na nossa cidade, crescia também o comércio local, sem contar que vários turistas passaram a freqüentar com assiduidade as festas da nossa terrinha, apaixonaram-se pela cordialidade do nosso povo e pela nossa irreverência. Por falar em irreverência, me vem à mente o bloco das virgens; homens castro-alvenses trajando roupas femininas, nos anos 80 surgiu o bloco Éter-Na-Mente, trazendo a liberdade de expressão de uma juventude com ideais, bloco Visão arrastando toda a multidão, Os Selvagens trazendo uma novidade; alegorias com animais e o apelo: Salve a Natureza! O bloco Vozes D´Africa surgiu fazendo uma homenagem a mãe África, o bloco das Rosas, trouxe o colorido para a nossa praça e o bloco Galera 10 brilhou com a geração dos anos 90.
A última micareta realizada em nossa cidade foi no ano de 1997. Dez anos depois, a promessa de uma nova micareta, com ela, surge à oportunidade de cada folião usar a sua fantasia preferida, sair no bloco que lhe convier, colocar a bandeira da paz no coração e um sorriso no rosto, pois atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu!
Zagavanderlei
P.S: Essa matéria foi escrita em agosto de 2007 antes de acontecer a micareta na administração do Prefeito Augusto Pontes.
Micareta é o nome dado ao carnaval fora de época e é derivado de uma festa francesa
“Mi-carême” (Festa popular do sábado de Aleluia) e Careta (Nome dos foliões que usam máscaras).
Muitos não sabem, mas que se façam saber a partir desse momento que a nossa querida Castro Alves também já teve carnaval, a alegria tomava conta de toda a cidade, eram caras e bocas, irreverências por toda parte, carros alegóricos e bailes de máscaras nos clubes.
Como em tudo que fazemos é necessário que haja um pouco de disputa para esquentar, não seria na micareta que ela ficaria de fora. Os cordões que animavam a cidade eram os de Alcides (Mestre Sopa), Américo Bidulino, Carlos Jambeira e Sinhorzinho, não nos convêm citar qual dos cordões venceu mais vezes ou qual era o mais animado, o importante era que a alegria reinava.
A folia acontecia mesmo antes da micareta, pois alguns cordões necessitavam de ajuda financeira, e com muita criatividade um dos integrantes dos cordões, vestia-se com uma roupa toda coberta em sambam baia, a essa pessoa era dado o nome de “Frederico”, ele saia pelas ruas da cidade com uma cuia na mão, acompanhado pelos integrantes dos cordões e pela charanga que cantavam mais ou menos assim” Frederico ta na rua sem querer brincar, dá dinheiro a Frederico que ele brinca já”. Outro acontecimento que deixava toda a Castro Alves em alvoroço era o baile para a escolha da Rainha e das Princesas da micareta e não podemos deixar de lembrar as batalhas de confetes e do bloco das Caretas, que sempre saiam durante a madrugada. Quem nunca se assustou com um amigo, um tio ou tia ou até mesmo com seus pais vestidos de careta?
Mas com o passar dos tempos, as coisas tendem a evoluir, o que era cordões, puxados por instrumentos de sopro, bumbo e caixas, passou a chamar-se Bloco, que hoje é puxado pelo trio elétrico, que conduz o bloco por todo o circuito da folia envolvidos com cordas, para evitar a entrada de pessoas que não fazem parte do bloco. Grande mudança ocorreu também com as mortalhas, que mais pareciam vestidos longos e hoje com a evolução, chama-se abada; um camisão, junto com boné, short e a mamãe sacode, esse é o kit fantasia, que serve como ingresso para o bloco. Existem os que ainda preferem se fantasiar e os que preferem ser pipoca; pipoca são aqueles foliões que pulam fora da corda, quanto mais a festa esquenta, mais a pipoca pula.
Com as Micaretas realizadas na nossa cidade, crescia também o comércio local, sem contar que vários turistas passaram a freqüentar com assiduidade as festas da nossa terrinha, apaixonaram-se pela cordialidade do nosso povo e pela nossa irreverência. Por falar em irreverência, me vem à mente o bloco das virgens; homens castro-alvenses trajando roupas femininas, nos anos 80 surgiu o bloco Éter-Na-Mente, trazendo a liberdade de expressão de uma juventude com ideais, bloco Visão arrastando toda a multidão, Os Selvagens trazendo uma novidade; alegorias com animais e o apelo: Salve a Natureza! O bloco Vozes D´Africa surgiu fazendo uma homenagem a mãe África, o bloco das Rosas, trouxe o colorido para a nossa praça e o bloco Galera 10 brilhou com a geração dos anos 90.
A última micareta realizada em nossa cidade foi no ano de 1997. Dez anos depois, a promessa de uma nova micareta, com ela, surge à oportunidade de cada folião usar a sua fantasia preferida, sair no bloco que lhe convier, colocar a bandeira da paz no coração e um sorriso no rosto, pois atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu!
Zagavanderlei
P.S: Essa matéria foi escrita em agosto de 2007 antes de acontecer a micareta na administração do Prefeito Augusto Pontes.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Meu Niver! "Baile à Fantasia"
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Rolou!

A galera de Castro Alves conferiu dia 30 de março o resultado da “Oficina de Teatro” que aconteceu do dia 26 a 29 de março com a mostra de “História de uma Lágrima furtiva de Cordel” inspirada livremente na obra “A Hora da Estrela” de Clarice Lispector, com direção geral da Arte-Educadora diretora teatral Cristiane Barreto. Os Castroalvenses que são carentes de cultura adoraram a mostra.
Para nós que participamos, restou o gostinho de quero mais, pois projetos desse nível devem cada vez mais acontecer em nossa cidade, para movimentar o mercado cultural.
É isso aí! Parabéns Cristiane! E muito obrigado pelo seu carinho por nossa terra que é sua também!
Zagavanderlei
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Lavagem de Nossa Senhora da Conceição


Turbantes, colares de contas coloridas, saias rodadas e água de cheiro: assim eram realizadas as lavagens de Nossa Srª. Da Conceição em Castro Alves. Em 1954, Cecília Pereira Nunes: cozinheira, doceira e vendedora de cocada e amendoim, realizou a primeira lavagem em Castro Alves, em homenagem ao Senhor do Bomfim. O culto ao Senhor do Bomfim teve origem em 1669 em Setúbal, Portugal. Ainda este ano o culto chegou ao Brasil, junto com uma cruz de Jesus Crucificado. Uma imagem igual a que existe em Portugal chegou à Bahia em 1745 e, neste mesmo ano, foi construída a atual igreja (Basílica) de Nosso senhor do Bomfim, em Salvador. Nos cultos Afro-Católicos, o Senhor do Bomfim é sincretizado como Oxalá. As lavagens do Senhor do Bomfim aqui em Castro Alves eram realizadas no dia 03 de fevereiro, sempre depois das de Salvador, que são realizadas em Janeiro. Em dezembro de 1954, D.Cecília, resolveu homenagear a padroeira da cidade: Nossa Senhora da Conceição, e reunindo filhos e alguns amigos influentes da sociedade, saíram pedindo o apoio dos comerciantes para que a lavagem de Nossa Senhora da Conceição se tornasse tradição.
A festa da lavagem é atribuída á promessa de um devoto. Acredita-se também este ritual teve origem nos tempos em que os escravos eram obrigados a levar água para lavar as escadarias da basílica para a festa dos brancos. Segundo informações das filhas de D.Cecília, os comerciantes sentiam prazer em colaborar e todos se mobilizavam na organização da lavagem. As roupas usadas pelas porta-estandartes eram doadas pelos donos das lojas de tecidos.
Grande emoção acometia a todos, no momento da saída da lavagem, era quando D.Cecília, muito bem vestida com sua roupa bastante colorida de baiana saia à porta de sua residência com a bandeira de Nossa Srª. da Conceição, os foguetes começavam a estourar e o hino do Senhor do Bomfim era executado. Daí por diante era tudo por conta da alegria e dali seguiam em direção à Igreja Matriz, onde se realizava o ritual mais esperado que era lavar as escadarias da Igreja de Nossa Srª. da Conceição.
Depois disso, quase todas as ruas de nossa cidade eram visitadas pelas baianas e pelos fiéis que disputavam a água de cheiro.
Nesse percurso uma rua não podia faltar em hipótese alguma, era a rua do “Tanque Novo” (Rua da Cajá) onde existia um tanque onde as baianas reabasteciam suas moringas com águas, flores e perfumes, inclusive até uma música foi criada para essa rua. Em 1968, Dona Cecília faleceu, mas com muito amor pelo que sua mãe realizava D.Elenita (Tia Lé), após 2 anos de sua morte, continuou com a tradicional lavagem de Nossa Srª. da Conceição até o ano de 1990. Hoje restam apenas lembranças daquele tempo que foi um dos melhores na opinião de D. Elza e de D. Nenzinha – porta – Estandartes da lavagem por vários anos.
Muitas pessoas tentaram revitalizar a lavagem, sem sucesso, essa é mais uma tradição perdida da nossa terra.
Vanderlei Nunes Rodrigues (Zaga)
sexta-feira, 20 de março de 2009
Vai Rolar!

Em cena, o Teatro em Castro Alves!
Para comemorar o mês do Teatro e Circo, a FUNCEB - Fundação Cultural do Estado da Bahia promoverá em vários municípios do estado eventos culturais ligados a estas linguagens artísticas.
Em Castro Alves será realizada uma oficina de formação e capacitação em teatro - Construção do Personagen e Processo Cênico - gratuita do dia 26/03 ao dia 30/03 ministrada pela arte-educadora e diretora teatral Cristiane Barreto.
Vagas: 20 alunos no máximo - de 14 anos em diante com mostra cênica e certificado no final.
Inscrições e maiores informações: Zaga - zaghaba@hotmail.com - 75 - 8114 2644
Não percam!
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Beijos Vovó Bereca!

Bere, Bereca, assim era chamada essa pessoinha super especial.
Seu bom-humor e alegria contagiavam a todos, quem teve a oportunidade de compartilhar alguns momentos com ela, bem sabe o que era ser Feliz!
Dia 24 de fevereiro, “Deus” a chamou para estar ao lado dele, e ela, como uma filha obediente não pensou duas vezes e foi para o Céu, levar um pouco mais de alegria!
Beijos carinhosos Vovó Bereca!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Saudades, Amigo!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Aurino Teixeira... “O Livro Vivo”

Quem é esse ser que mistura versatilidade com vontade de viver?
Aprendizagem com conhecimento?
Nascido a 04 de junho de 1911 na cidade de Castro Alves, hoje prestes a completar 98 anos o senhor Aurino Azevedo Teixeira, continua em plena atividade intelectual.
Em 1990 lançou o livro “Informações históricas sobre a cidade de Castro Alves”, foi vereador, prefeito, criou e inaugurou o Ginásio São José e a Maternidade. Em 2000 a Cia. Teatral Skandalu´s realizou em sua homenagem o “Recital Poético” onde falávamos de amor, sabedoria e conhecimentos.
“O amor é a essência do bom viver, quem ama sorri pelos cantos, bebe aromas, se encanta com as estrelas e flores, cada um que fala de amor ou ama tem seu estilo próprio, pois ninguém é igual. O amor é a única paixão que se paga com a moeda que ele próprio fabrica”. E foi dessa maneira que fizemos nosso recital; cada um usando seu estilo próprio.
Levamos horas a fio escutando esse “Livro Vivo” nos falar sobre a cidade do Poeta maior, sobre pessoas que nela viveram e ainda vivem, entre tantas outras coisas que só preencheu espaços vazios, e confesso que falar sobre o senhor Aurino não é nada fácil, pois por mais que você tente, não consegue encontrar as palavras certas para defini-lo. Talvez nos fosse necessário mergulhar em vários livros para tentar passar o que ele traz na maior tranqüilidade em mente. E confesso ainda mais, jamais conseguiremos homenageá-lo da maneira que ele merece.
Não é a toa que na ALACA - Academia de Letras e Artes de Castro Alves, o senhor ocupa a cadeira de número 01.
O senhor é um iluminado, e porque não dizer um gênio?
Vanderlei Nunes Rodrigues (Zaga)
Aprendizagem com conhecimento?
Nascido a 04 de junho de 1911 na cidade de Castro Alves, hoje prestes a completar 98 anos o senhor Aurino Azevedo Teixeira, continua em plena atividade intelectual.
Em 1990 lançou o livro “Informações históricas sobre a cidade de Castro Alves”, foi vereador, prefeito, criou e inaugurou o Ginásio São José e a Maternidade. Em 2000 a Cia. Teatral Skandalu´s realizou em sua homenagem o “Recital Poético” onde falávamos de amor, sabedoria e conhecimentos.
“O amor é a essência do bom viver, quem ama sorri pelos cantos, bebe aromas, se encanta com as estrelas e flores, cada um que fala de amor ou ama tem seu estilo próprio, pois ninguém é igual. O amor é a única paixão que se paga com a moeda que ele próprio fabrica”. E foi dessa maneira que fizemos nosso recital; cada um usando seu estilo próprio.
Levamos horas a fio escutando esse “Livro Vivo” nos falar sobre a cidade do Poeta maior, sobre pessoas que nela viveram e ainda vivem, entre tantas outras coisas que só preencheu espaços vazios, e confesso que falar sobre o senhor Aurino não é nada fácil, pois por mais que você tente, não consegue encontrar as palavras certas para defini-lo. Talvez nos fosse necessário mergulhar em vários livros para tentar passar o que ele traz na maior tranqüilidade em mente. E confesso ainda mais, jamais conseguiremos homenageá-lo da maneira que ele merece.
Não é a toa que na ALACA - Academia de Letras e Artes de Castro Alves, o senhor ocupa a cadeira de número 01.
O senhor é um iluminado, e porque não dizer um gênio?
Vanderlei Nunes Rodrigues (Zaga)
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